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Visto de cima - Concentrador Solar Gemasolar em Sevilha

por Mäyjo, em 13.06.18

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O Concentrador Solar Gemasolar em Sevilha, Espanha, têm 2650 espelhos heliostáticos que concentram a energia térmica do sol para aquecer o sal derretido que flui através de uma torre central de 140 metros.

O sal fundido circula então da torre para um tanque de armazenamento, onde é usado para produzir vapor e gerar eletricidade.

No total, a instalação substitui aproximadamente 30000 toneladas de emissões de dióxido de carbono por ano.

 

Fonte da imagem: DigitalGlobe

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publicado às 20:03

Safe Bristolia / Wilhunter

por Mäyjo, em 21.04.17

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Porto de Gdańsk, Polónia

54°22′50″N 18°39′30″E

 

Uma plataforma de petróleo offshore e um navio de acomodação são encaixados no porto de Gdańsk na Polónia. A plataforma de petróleo - Wilhunter - é projetada para perfurar poços no mar até 25.000 pés de profundidade, a fim de extrair petróleo e gás natural. O navio de alojamento - Safe Bristolia - é o lar de até 587 pessoas enquanto estão trabalhando numa plataforma.

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publicado às 23:49

Construção do Projeto de Energia Solar das Dunas Crescent

por Mäyjo, em 17.04.17

Construção do Projeto de Energia Solar das Dunas Crescent.jpg

Tonopah, Nevada, EUA

38°14′N 117°22′W

 

O projeto da energia solar das dunas crescentes está em construção perto de Tonopah, Nevada.

Uma vez concluído, ele alimentará até 75 mil casas durante períodos de pico de energia elétrica.

Como isso funciona? O projeto utilizará 17.500 espelhos heliostáticos para coletar e focar a energia térmica do sol para aquecer o sal derretido que flui através de uma torre de energia solar de 540 pés (160 m) de altura. O sal fundido então circula da torre para um depósito

 

 

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publicado às 23:36

Minas a céu aberto - Alemanha

por Mäyjo, em 28.03.17

Bucket-wheel excavators at Tagebau Hambach

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Elsdorf / Niederzier, Germany

50°54′39″N 6°30′10″E

 

Escavadoras de balde funcionam em trilhas na mina a céu aberto Tagebau Hambach em Niederzier e Elsdorf, Alemanha.

Estas máquinas maciças (até 315 pés de altura e 730 metros de comprimento) continuamente colher materiais da superfície, a fim de extrair linhito.

Linhito, muitas vezes referido como "carvão", é uma rocha sedimentar combustível macia que é formada a partir de turfa, naturalmente comprimida, e é usado como um combustível para gerar vapor para a produção de eletricidade.

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publicado às 21:31

MINAS DE URÂNIO DE ÁZERE VÃO SER FINALMENTE RECUPERADAS

por Mäyjo, em 18.02.17

minas-de-uranio

A recuperação ambiental das antigas minas de urânio de Ázere está anunciada para 2017. Esta é uma antiga pretensão dos municípios circundantes, uma vez que no estado de degradação em que se encontram, as minas constituem uma preocupante fonte de comunicação.

 

A notícia da recuperação ambiental das Minas de Urânio de Ázere, antiga área mineira do Mondego Sul, foi avançada pelo presidente da Câmara Municipal de Tábua, Mário Loureiro. O autarca revelou que esta medida foi indicada pelo secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, como uma prioridade.

“Esta recuperação vem de encontro às inúmeras diligências efectuadas pelo município, pela União de Freguesias de Ázere e Covelo, pela IPSS ACUREDEPA, assim como outras entidades locais, que vêm assim concretizada a sua vontade de colmatar os efeitos negativos provenientes desta área mineira, que trazem consequências nefastas, não só ao concelho de Tábua, como aos concelhos limítrofes”, referiu a autarquia de Tábua.

As minas do Mondego Sul encontram-se encerradas desde 1988, data a partir da qual se mantiveram a céu aberto. O risco de contaminação do meio ambiente por partículas radioactivas através dos resíduos provenientes dos escombros das águas e areias foi identificado por diversas entidades, nomeadamente por elementos do partido Os Verdes, que visitaram as minas em 2014.

Foto: vi Creative Commons 

 

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publicado às 13:13

GOOGLE VAI TRANSFORMAR ANTIGA CENTRAL DE CARVÃO NUM CENTRO DE DADOS A ENERGIA RENOVÁVEL

por Mäyjo, em 03.01.17

central_SAPO

A Google vai transformar uma antiga central de combustão de carvão em Widows Creek, no Alabama rural, Estados Unidos, num novo centro de dados que vai funcionar a 100% com energia renovável.

 

A empresa anunciou que o novo centro de dados vai funcionar no subsolo da central e que alcançou já um acordo com a companhia eléctrica da região para que a energia fornecida para o novo centro provenha apenas de fontes renováveis.

“É um simbolismo muito importante pegar numa antiga central de carvão, que é uma relíquia do antigo sistema energético, e convertê-la num centro de dados que vai funcionar a energia renovável”, afirma David Pomerantz, activista da Greenpeace, ao Guardian.

Já Michael Terrel, estratega de mercados energéticos da Google, indica que a empresa viu claros benefícios em renovar a antiga central. “Há uma enorme oportunidade quando se pega numa infra-estrutura como esta – que já tem os cabos de transmissão e as entradas de água – e utiliza-a para alimentar um centro de dados que vai funcionar a energia renovável”, indica o especialista.

Actualmente, 46% dos centros de dados da Google funcionam a energia renovável. Por comparação, todos os centros de dados da Apple funcionam a energia limpa. Ainda assim, a Google comprometeu-se a utilizar energias renováveis em todas as suas infra-estruturas, mas não tem um prazo definido.

 

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publicado às 17:49

Nuclear Energy Explained: How does it work? 1/3

por Mäyjo, em 19.04.16

 

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publicado às 17:46

PLANTAS JÁ PODEM GERAR ENERGIA SUSTENTÁVEL ENQUANTO CRESCEM

por Mäyjo, em 11.01.16

Plantas já podem gerar energia sustentável enquanto crescem

Uma start-up neerlandesa, a Plant-e, desenvolveu uma forma de utilizar as plantas como uma fonte contínua de energia limpa – apenas é necessário uma fonte de luz, dióxido de carbono, água e plantas.

Quando as plantas criam o seu próprio alimento através da fotossíntese, grande parte da matéria orgânica gerada é excretada para o solo através das raízes. Esta matéria é consumida pelos microorganismos que vivem no solo. Por sua vez, estes microorganismos libertam electrões, como bioproduto deste consumo. O sistema desta start-up consiste em colocar um eléctrodo perto do sistema radicular das plantas, que armazena esta energia desperdiçada e a converte em energia eléctrica, refere o Inhabitat.

O processo é semelhante às simples experiências escolares feitas com electricidade, que utilizam maçãs ou batatas para criar baterias. Contudo, este sistema tem a vantagem de não prejudicar as plantas, que continuam a crescer normalmente mesmo na presença dos eléctrodos, podendo ser, desta forma, uma constante fonte de energia, tanto de dia como de noite.

O sistema funciona melhor em terrenos húmidos ou alagados, como os campos de arroz, e não importa se a água a utilizar está poluída ou já foi utilizada. Este factor possibilita que áreas improprias para cultivo possam ser reaproveitadas como uma fonte energética. O sistema não requer a instalação de infra-estruturas elaboradas, o que pode permitir levar electricidade para regiões isoladas que não são servidas pela rede eléctrica.

Está já a ser testado nos Países Baixos um protótipo de telhado verde que utiliza esta tecnologia. Actualmente, a equipa da Plant-e consegue produzir energia suficiente para alimentar um telemóvel, mas o objectivo é que este método seja utilizado em breve para recolher uma maior quantidade de energia – a suficiente para alimentar uma casa.

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publicado às 00:12

COMUNIDADE ESPANHOLA FINTA EMPRESAS DE ENERGIA E CRIA COOPERATIVA DE RENOVÁVEIS

por Mäyjo, em 08.09.15

Comunidade espanhola finta empresas de energia e cria cooperativa de renováveis

As comunidades dependem das entidades governamentais ou das grandes companhias do sector energético para mudarem dos combustíveis fósseis para fontes energéticas mais limpas. Contudo, uma comunidade na Espanha não quis estar dependente de entidades terceiras e criou uma cooperativa para construir um parque fotovoltaico de 20 quilowatts na cidade.

A iniciativa chama-se Huerta Solar Amigos de la Tierra e está a ser desenvolvida em Sisante, que pertence a Cuenca, na província de Castilla-La Mancha. Através do projecto, as pessoas vão poder comprar energia limpa às cooperativas, que por sua vez compram energia renovável a um preço acessível a serviços públicos energéticos tradicionais, dando aos cidadãos a capacidade para fazer a diferença.

A ideia de criar a cooperativa pertence aos Friends of Earth Spain e à organização sem fins lucrativos Ecooo, que ajudou os cidadãos de Sisante a avaliar as necessidade energéticas, refere o Inhabitat. Para trocarem os combustíveis fósseis por alternativas limpas, todos os habitantes da cidade podem comprar acções da cooperativa, a cerca de €100 cada, o que os torna co-proprietários e lhes rende dividendos, provenientes dos lucros do projecto. A Ecooo também ajudou na instalação e manutenção dos painéis solares nas habitações.

Actualmente, cerca de 30% a 40% da energia produzida é renovável e estas cooperativas compram energia a entidades que garantam que a energia provém inteiramente de fontes limpas.

Foto: thetimchannel / Creative Commons

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publicado às 19:11

PAÍSES EUROPEUS PODEM FICAR SEM COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS EM APENAS CINCO ANOS

por Mäyjo, em 25.06.15

Países europeus podem ficar sem combustíveis fósseis em apenas cinco anos

Vários países da União Europeia, incluindo a França, Itália ou Reino Unido, estão a enfrentar uma crise de escassez de recursos naturais, podendo ficar rapidamente sem combustíveis fósseis. Segundo um relatório do Instituto Global de Sustentabilidade da Universidade Anglia Ruskin, na Inglaterra, há nações que são completamente dependentes de três países para importar recursos energéticos – Rússia, Noruega e Qatar – e que poderão ficar sem energia dentro de apenas um ano.

Segundo o estudo, a França tem menos de um ano de petróleo, gás e carvão, enquanto que a Itália está na mesma situação, tendo ainda, porém, mais 12 meses de petróleo. O Reino Unido está numa situação um pouco melhor: 5,2 anos de petróleo, 4,5 anos de carvão e três de gás.

No leste europeu, a situação é mais confortável. As reservas de carvão são de 73 nos na Bulgária e 34 anos na Polónia. A Alemanha tem 250 anos de carvão, mas menos de um de petróleo e dois de gás, segundo o estudo (abrir PDF).

A Rússia encontra-se no lado oposto, com 50 anos de reservas de petróleo, 108 de gás e mais de 500 de carvão. “Os mapas mostram a vulnerabilidade em muitas partes da Europa e um quadro de economias altamente endividadas, co a ameaça crescente de aumento dos preços globais da energia”, explicou Aled Jones, director do instituto.

Em termos de reservas de gás natural, por exemplo, o Qatar tem mais de 1000 anos de reservas, tendo em conta o consumo interno, e a Noruega mais 420 anos.

Assim, é indispensável que os países que mais sofrem da falta de combustíveis fósseis façam a sua transição para a economia verde, alicerçando nas renováveis as fontes de energia alternativa: eólica, solar e ondas do mar.

Foto:  OakleyOriginals / Creative Commons

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publicado às 18:39


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